Dados para mudar o clima: os 14 anos do SEEG

Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa tem ajudado a sociedade a pressionar tomadores de decisões por mais ambição climática

*Este artigo foi publicado originalmente no Observatório do Clima, em abril de 2026. Leia na íntegra aqui.

Estamos presenciando, neste primeiro quarto do século XXI, uma revolução no modo de vida, em que a produção e uso de dados se tornaram parte do cotidiano. Dados estão sendo gerados, tratados e interpretados a quase todo momento, em quase todo lugar. Dos mais simples, como nome e e-mail solicitados para entrar em um evento, aos mais complexos, como leituras de satélites, capazes de traçar uma rota exata entre a casa de um palestrante e o local de tal evento.

Essa transformação ganhou contornos tão intensos nas últimas décadas que a revista britânica “The Economist” chegou a afirmar, na capa da edição de maio de 2017, que dados se tornaram os recursos mais valiosos do planeta, tomando o lugar do petróleo. Assim como as petroleiras exploram óleo cru e o refinam para obter derivados, grandes empresas de tecnologia estão minerando dados e transformando-os em informações para alimentar decisões estratégicas.

Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA)
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