O dilema dos biocombustíveis na transição energética

Expansão da bioenergia traz oportunidades, mas também riscos. Enquanto, por um lado, há potencial para impulsionar uma ‘reindustrialização verde’, por outro, persistem desafios associados ao uso intensivo da terra

*Este artigo foi publicado originalmente no Nexo, em maio de 2026. Leia na íntegra aqui.

O Brasil é reconhecido como um dos principais produtores e consumidores de biocombustíveis do mundo. Mais de 30% da oferta de energia no país provém de biomassa, segundo o Balanço Energético Nacional. Parte relevante dessa bioenergia resulta do aproveitamento de resíduos agroindustriais, como o bagaço da cana-de-açúcar e o licor negro, subproduto da indústria de papel e celulose. Ao mesmo tempo, o país se destaca pelo uso de biocombustíveis processados, como o etanol e o biodiesel, considerados alternativas estratégicas para a descarbonização, sobretudo no setor de transportes.

Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA)
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