*Este artigo foi publicado originalmente no ((o))eco, em maio de 2026. Leia na íntegra aqui.
Ao desembarcar nos territórios quilombolas Santana do Arari e na vizinha Comunidade Tartarugueiro, no Marajó (PA), o cenário era de uma resistência silenciosa sob o Sol escaldante, em 2023. Nessas regiões da Amazônia Legal, o direito à eletricidade era um privilégio de poucos que podiam custear placas solares próprias, enquanto o restante da população dependia de geradores a diesel barulhentos, caros e poluidores apenas para bombear água.